Grupo se apoia em superação interna para se adequar em tempo recorde de uma semana a novo esquema de técnico, vence sensação do Piauiense e está na final
Didi entrou
Boleiro que é boleiro reconhece o som de um gol no momento
da batida. Didi subiu da categoria de base do Parnahyba nessa temporada e
marcou o gol que abriu caminho para a final do turno. O placar de 2 a 0 começou
a ser escrito somente na prorrogação com a intervenção do zagueiro no primeiro
tempo e Lekão fechou a contagem que garantiu o Azulino na final.
Quando Didi entrou no lugar de Puxa, nos primeiros lances, mostrou
tranquilidade na área para sair com a bola e aliviar a pressão na área
do Tubarão. Fechou os espaços, se adequou à tática e incomodou o ataque
do
Caiçara com boas roubadas de boa. Ao lado de Jeferson, eles conseguiram fazer uma grande partida, mas que quase passou desapercebida não fosse ele ter usado a cabeça para marcar o primeiro gol do Parnahyba. No momento das entrevistas, ele era só emoção e pouco conseguia falar.
Reclamando de exaustão, Jeferson é amparado pelos companheiros no intervalo da prorrogação (Foto: Emanuele Madeira/GloboEsporte.com)
Jeferson, que também foi tão importante quanto, afastava as chances do Caiçara de invadir a área. No limite da exaustão, o segundo tempo da prorrogação ele já aparecia se projetando contra os cruzamentos do adversário.
- Jogamos na garra. Formamos uma família para lutar dentro de campo e estão todos de parabéns. Ainda não sabemos que será o adversário da final, mas estamos de parabéns – declarou Jeferson.
E foi em um clima de total alívio que o Parnahyba encerrou a semifinal diante do Caiçara. Agora eles aguardam o outro finalista sair do confronto da capital entre River-PI e Piauí, que acontece nessa segunda, às 20h, no estádio Albertão.
Fonte:GloboEsporte.com/PI
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